Um Champenoise Brasileiro que Continua Excelente: Espumante Angheben Brut

Possivelmente os amigos que acompanham o blog já a algum tempo devem reparar que não costumo “repetir” vinhos em minhas postagens. O desejo por sempre estar em busca de novos rótulos e o prazer em compartilhá-los aqui no blog me leva sempre a uma exploração e busca por vinhos e espumantes de diferentes produtores, regiões e safras. MAS, como diz a sabedoria popular, há exceção para tudo nessa vida – e hoje este ditado cabe muito bem 🙂

Este belíssimo Brut elaborado pela competente Angheben já esteve, de fato, aqui no blog – relembre – lá em 2013 (como o tempo passa!). Contudo amigos, cabe dizer que se tratava de um lote de outra safra de uvas e com um estilo diferente deste que degustamos hoje, que foi formulado exclusivamente com a variedade Chardonnay – um “ajuste de fórmula” pode-se dizer, proposto pelo enólogo Eduardo Angheben, visando deixar o que já era bom, ainda melhor.  Continuar Lendo

Um dos Melhores Tintos Brasileiros que Já Provei: Angheben Cabernet Sauvignon 2010

Angheben_Cabernet_Sauvignon_2010

Não escondo amigos, como todos sabem, minha grande admiração e respeito pelo competente trabalho da vinícola Angheben, um dos produtores brasileiros que mais me cativaram na jornada pelo mundo do vinho, desde a época que iniciei este blog e postei um artigo sobre o ótimo Gewürztraminer deles (relembre). Foi com muita alegria e surpresa que tive a oportunidade de experimentar esta novidade na última visita que fiz à vinícola – onde sempre fui muito bem recebido, como sempre gosto de salientar, pelo Eduardo e seu pai Idalêncio.

O vinho em questão é este belo Cabernet Sauvignon, que a vinícola não elaborava a alguns anos e que lançou no fim do ano passado. As uvas são da serra gaúcha. O vinho estagiou por inteiro em barricas de carvalho, 50% americanas e 50% francesas, de diferentes idades, por período de 8 meses – nas palavras do amigo Eduardo Angheben, “determinados por degustação” (não foi predefinido, portanto). E o resultado desta joia pude conferir na taça: apesar de achá-lo ótimo na ocasião em que visitei a vinícola, fiz questão de levar duas garrafas e as provei na calma e tranquilidade do lar. E eis o que achei deste belo vinho: Continuar Lendo

Uma Grata Experiência: Degustando um Angheben Elaborado com uvas Rebo

Angheben_Rebo

Estimados amigos, como todos sabem, tenho um grande carinho pela vinícola Angheben. Ouso dizer que é uma das vinícolas que me fez gostar de vinho e que me cativou a querer sempre saber mais sobre esta bebida tão fascinante e a explorar este universo. Sempre fui muitíssimo muito bem recebido na vinícola pelo Eduardo e seu pai Idalêncio, dois anfitriões exemplares. Continuar Lendo

Angheben Barbera 2012

Angheben_Barbera_2012

Queridos amigos, no início do ano estive no Vale dos Vinhedos – para quem não conhece, é uma espécie de pedaço de paraíso :). Lá visitei novamente a Vinícola Angheben, já muito bem conhecida aqui pelos leitores do blog (sim, já falamos dela aqui – relembre). Sem dúvida, o Eduardo e seu pai Idalêncio proporcionam um clima de hospitalidade ao visitante que a gente chega a se sentir como se estivesse em casa bebendo vinho entre amigos. Quem estiver em Bento, não deixe de visitar a vinícola, de jeito algum. E quem nunca provou um vinho deles, ah não sabe o que está perdendo…

Pois bem, eis que na ocasião provamos todos os rótulos da casa. E todos são muito bons, no mínimo. Mas eu ouso dizer que este exemplar que ostenta o título da postagem é um dos que mais arranca suspiros nos amigos enófilos Brasil afora. E não é para menos: afinal, um exemplar brasileiro, bem elaborado, da casta Barbera, originária da região italiana do Piemonte, não é comum por aqui. Mas a Angheben apostou nesta variedade e hoje ela é a menina dos olhos da vinícola, creio. As uvas, a propósito, são de  Encruzilhada do Sul, na serra do sudeste. Mas vamos ao vinho!

Em taça mostrou uma coloração rubi com belas bordas atijoladas.  No nariz mostra aromas de boa intensidade e muito instigantes, lembrando frutas negras como amora e ameixa, além de algumas notas herbáceas. Em boca tem corpo médio, com boa acidez. Frutado confirmando bem o nariz. Vinho envolvente. Potente. Gastronômico. Bem ao estilo italiano.

Lá em casa agradou. E como. Ótima pedida para quem quer sair da rotina do Cabernet, Merlot e afins. Vale (muito) a pena. Vai acompanhar bem assados com molhos estruturados e massas em geral. Está em um bom momento para beber.

Quanto custa? Em Porto Alegre pode ser achado por 48 reais na Vinhos e Sabores. O investimento vale cada centavo.

Saúde a todos!