Dal Pizzol Tannat 2007

Resolvi experimentar este Tannat noite passada, até por ser uma cepa que me agrada muito. A vinícola possui uma produção bem limitada: foram produzidos 5500 litros deste vinho conforme o contra-rótulo, sendo que as garrafas são numeradas – abri a de número 1211. Possui 13% de álcool.

A apresentação do produto merece um comentário a parte: considero um dos rótulos mais bonitos dos vinhos brasileiros – simples e elegante ao mesmo tempo, conferindo sofisticação. O assunto já foi inclusive mencionado pelo colega Daniel Perches em seu blog Vinhos de Corte. Mas vamos ao vinho:

Em taça apresentou coloração rubi escura, com poucas lágrimas discretas. No nariz não chamou muita atenção: possui aroma de média intensidade de frutas vermelhas e notas minerais, com leve álcool aparecendo. Em boca é um pouco melhor, apesar de não ser um Tannat tão encorpado como manda o figurino. Tem taninos redondos, boa adstringência, final seco mas um pouco curto. Álcool aparecendo novamente um pouquinho, mas sem incomodar.

No geral, um vinho fácil de beber, correto, mas sem grandes atrativos. Acho que faltou um pouco de  madeira no paladar. Não recomendaria para quem quer um Tannat mais “tradicional”. Custa na casa dos 35 reais.

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