Degustando Vinhos do Velho Mundo na Domno

Estimados amigos, no último sábado do dia 10 tive o prazer de conhecer mais uma de nossas vinícolas aqui da serra gaúcha: a Domno do Brasil. Na visita me acompanharam o assessor de imprensa do Ibravin, Orestes de Andrade Jr. (que viabilizou nossa visita) e o jornalista e também blogueiro Affonso Nunes, do Rio de Janeiro. Fomos muitíssimo bem atendidos pelo Jones Valduga, um dos diretores da vinícola, que nos recebeu de forma muito prestativa e descontraída.

A Domno é uma jovem vinícola que está no mercado a cinco anos. Apesar de seus proprietários serem os mesmos da Casa Valduga, é um projeto diferente e separado. Como muitos já sabem, o foco da vinícola é a elaboração de espumantes, todos pelo método charmat – diferente da CV onde são elaborados unicamente pelo método tradicional. O portfólio conta com um rótulo Extra Brut, dois Brut – sendo um rosé – e um Moscatel, que inclusive já passou aqui pelo blog (relembre).

Além dos espumantes,a  Domno têm se destacado muito no cenário vitiviníciola pelas suas atividades como importadora, já contando com rótulos exclusivos de diversos países como Argentina, Chile, Portugal, França e, em breve, Itália e Espanha. Jones nos agraciou com uma bela degustação de quatro rótulos importados pela vinícola – incluindo novidades. Coincidência ou não, todos vindos do velho mundo. Os degustados foram:

Cortevecchia Chianti Classico Riserva 2008. Tinto Italiano que ainda não estará em comercialização em breve pela Domno. Particularmente, o meu preferido durante a degustação, pelo seu estilo italiano típico. Potente (14,5%) e gastronômico.

Frontaura Crianza 2005. Tempranillo espanhol, também uma novidade em primeira mão. Mais um vinho que confirma a qualidade crescente dos rótulos espanhóis. Muito bem estruturado e volumoso em boca.

Chateau Capet Guillier 2009. Bordeaux francês de excelente qualidade. Muito complexo e elegante; foi o que recebeu os melhores comentários. Final de boca com retrogosto mentolado, que eu pessoalmente aprecio muito. Vinho daqueles para não esquecer.

Chapelle Saint Martin 2009 Este rótulo francês foi degustado a pedido de nosso amigo Affonso, que se interessou pelo assemblage:   70% de Merlot, 25% de Cabernet Franc e 5% de Cabernet Sauvignon. Vinho muito correto, de aromas delicados e agradável de beber. Um vinho mais fácil de beber que os anteriores, pode-se de dizer, mas sem perder a qualidade ou deixar de ser interessante.

Aproveito para agradecer ao Jones pela cortesia em nos receber ao sábado – fora de seu horário habitual – e ao Orestes pela ajuda em viabilizar a visita. Certamente foi uma degustação para ficar na memória.

Confira as fotos da degustação (clique para ampliar):

Saúde a todos!

3 comentários em “Degustando Vinhos do Velho Mundo na Domno

  1. Que interessante uma vinícola buscar rótulos de fora!!

    • Tiago Bulla disse:

      Olá Fernanda
      De fato, é algo um pouco diferente do que estamos acostumados não é mesmo?
      Pode parecer estranho para alguns e até meio difícil de entender. Na verdade é uma estratégia muito interessante e não me surpreendo que outras vinícolas possam também vir a fazer o mesmo.
      Creio que o consumidor só tem a ganhar: terá a seu dispor vinhos de diversos países e de boa qualidade, para escolher como quiser.
      Um abraço
      Tiago

  2. […] destaque especial para o Crianza Frontaura Reserva Toro, que eu já havia comentado aqui no blog (relembre) e que mais uma vez se mostrou um vinho incrível. Mas a estrela maior do dia, em minha humilde […]

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